quarta-feira, 25 de setembro de 2024

não sei descrever o que me atrai ali, 
um túmulo aberto e uma curiosa vontade de ver, 
sem olhar, também como se o que ali estivesse me visse.
mas tinha uma pior, que era uma espécie de furo. 
a raiz da árvore levantou o mármore, abriu uma janela para
aquela cova já há décadas coberta.
ainda escura, mas uma fissura iluminava, talvez
de dentro para fora.