por afirmar e perceber durante o exercício do encontro,
que a superfície é o próprio limite, também o do outro.
que as maneiras de encaixe são as bordas de qualquer
desejo. incluindo, principalmente, o que eu sou incapaz de comunicar.
mas aqui te espero desde isso, sobretudo nas noites que eu sei que não vens.
quem sabe, afinal, se é sobre a persistência do desencontro.
mas a verdade, alguma coisa eu apreendi, a verdade é a vontade esquisita.
é meter os pés no abismo desse rio que cruza nossas cidades de ciclos, e
observar a água verter em qualquer medida.
e ter na palma das mãos os desenhos todos eles, porque são os gestos,
que abrem caminhos ao toque.
ver, afinal, como essa sincronia é também um acaso,
na mesma proporção, bonito e idiota. ou uma reprodução das imagens, muitas vezes repetidas, mas em novos contextos: ao menos elas ficam.
do impulso que expõe as metades, uma para a outra e todas mais. a verdade, não vou me repetir outra vez.
que a superfície é o próprio limite, também o do outro.
que as maneiras de encaixe são as bordas de qualquer
desejo. incluindo, principalmente, o que eu sou incapaz de comunicar.
mas aqui te espero desde isso, sobretudo nas noites que eu sei que não vens.
quem sabe, afinal, se é sobre a persistência do desencontro.
mas a verdade, alguma coisa eu apreendi, a verdade é a vontade esquisita.
é meter os pés no abismo desse rio que cruza nossas cidades de ciclos, e
observar a água verter em qualquer medida.
e ter na palma das mãos os desenhos todos eles, porque são os gestos,
que abrem caminhos ao toque.
ver, afinal, como essa sincronia é também um acaso,
na mesma proporção, bonito e idiota. ou uma reprodução das imagens, muitas vezes repetidas, mas em novos contextos: ao menos elas ficam.
do impulso que expõe as metades, uma para a outra e todas mais. a verdade, não vou me repetir outra vez.