sábado, 1 de abril de 2017

cisma

sou consumido de mim mesmo durante  o tempo do meu consumo.
é que algo me mora comigo - pessoa que diz isso!
que será? me desconheço,pois conjunto este,
que sou se não outro ? estou confuso isso.
inexatamente eu, duvidoso me apareço no espelho que mente
pra mim, ou eu ou mesmo, os olhos de quem vê são
os que roubam e devolvem essa imagem.
se esse vidro reverberasse, no sentido de criar uma fotografia paralela ao
corpo que se apresenta frente a coisa: seria ? qual lhe/me apareceria?
é cópia aquele ali, ele ri. nada me representação.
enquanto o outro que surge está totalmente ou igualmente não, ele está proximamente de uma cor
olha a cor, não. olha o animal que lhe brota na boca num devir sou eu quem sou. me encontrei na história e se asseguro de que, se tem nada quer dizer: cabe imagens leves ou pessoais.


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